
Em 1914 eclodiu a Primeira Guerra Mundial colocando em lados opostos austríacos e alemães de um lado, ingleses e franceses de outro. Mas o mundo, no final do ano de 1914, ainda era o mundo do século XIX, das antigas convenções, das antigas etiquetas e da antiga guerra, muito diferente do que apareceria depois.
Na noite de natal, os exércitos acordavam uma trégua festiva. Nesse contexto, o historiador Jacques Le Goff afirmou que, se há algo que pode ser identificado como fundador e unificador da cultura européia, este algo foi o cristianismo. Na Primeira Guerra Mundial, independentemente do lado que defendiam na guerra, todos, ou quase todos, eram cristãos.
Por isso, no Natal, os soldados de ambos os lados faziam tréguas e saíam das trincheiras para confraternizar com os adversários, com quem, até a pouco, trocavam tiros. Nessas ocasiões, os soldados cantavam canções natalinas, compartilhavam o pouco que tinham e mostravam fotos de família.
No dia seguinte, ainda disputavam partidas de futebol até que, lembrados pelos seus superiores dos quartéis generais, aqueles soldados eram obrigados a voltar para a carnificina. A seqüência da história foi horrível e inaugurou a era da guerra total, na qual dizimar o adversário é sinônimo de vitória.
Bom seria se todos pudessem viver a Paz de Jesus, no Natal e durante todo o restante ano, porque:
“Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6)
Um feliz natal é o voto dos criadores do blog para todos os internautas
Como informado por um amigo internauta, a fonte do texto é http://colunistas.ig.com.br/indianasilva/tag/primeira-guerra-mundial/
E obrigado por nos informar, como tinhamos só recebido o texto não sabiamos de onde tinha vindo, nem quem o tinha escrito. Grande abraço amigo! Esse site também é seu!!

